PNL RUMO A 4ª GERAÇÃO – COMO CHEGAMOS AQUI?

*por Mariângela Fortes Veiga.

Desde que entrei em contato com a PNL em 1984 quando não havia ainda Cursos de Practitioner, Master e Trainer, psicóloga e já com um vasto passeio por várias técnicas analíticas clássicas e também corporais, fiquei com a impressão de que esta metodologia poderia colaborar com a evolução do Ser Humano de uma maneira profunda, eficiente, mais rápida e sem dependência, logo, mais autônoma para o paciente. Também me inquietavam as linhas interpretativas porque já achava que a interpretação passa por modelos de mundo pessoais dos terapeutas e não pelo mundo do sujeito verdadeiramente. Estudei bastante e tive a certeza de ter encontrado um caminho muito mais efetivo e direto para o alcance da chamada Excelência Humana.

No início, a PNL ainda estava num estágio mecanicista vamos dizer assim, nos ajudava a trabalhar nossas emoções, nossa representação interna e como víamos o mundo através dela, dessa forma nos sentíamos melhor. Durante alguns anos o que podíamos fazer com a ajuda da PNL era: desconectar “circuitos mentais” ultrapassados para nós mesmos, mas que insistiam em estar conosco e ainda presentes ou até fóbicos; trabalhar e reestruturar comportamentos indesejados, como por exemplo: roer unhas; transformar lembranças desagradáveis; trabalhar comportamentos compulsivos, tornando-os “normais”; abandonar respostas limitadoras ligadas a estímulos vindos do meio ambiente; desbloquear capacidades, entre outras coisas.

Essa fase inicial da PNL foi chamada por Robert Dilts, um dos principais pesquisadores neste Campo, de 1ª. Geração – a Mente Cognitiva. A partir de 1987, com a descoberta do trabalho com o Corpo através das chamadas âncoras espaciais, do que foi chamado de New Code (Novo Código), criado por Jonh Grinder e Judite, se abria um espaço para começarmos a entender outras dimensões além da nossa.

Este Novo Código trouxe a possibilidade de transformarmos informações no nosso corpo (fisiologia), entendendo que a separação de Mente e Corpo é apenas didáticas, como forma de explicação, pois já era sabido que eles formam um Sistema Cibernético. Trabalhar com o Corpo e Espaço ampliou tanto as possibilidades da PNL, que foi um marco e dado o nome de 2ª. Geração – a Mente Somática e logo em seguida, Robert Dilts, Judith DeLozier e Todd Epstein passaram a chamar seus estudos e pesquisas de PNL Sistêmica, pois estas novas informações estavam cada vez mais diferenciando este método da chamada PNL Tradicional, que continua trabalhando apenas a Mente Cognitiva.

Robert Dilts, para mim, é um dos autores e cocriadores que mais se destaca nos estudos e descobertas da PNL Sistêmica. Através da Teoria do Campo Unificado, da PNL Generativa e do Modelo Tridimensional, Dilts nos demonstrou que fazemos parte de algo muito maior do que nossos cinco sentidos podem perceber e principalmente, que a PNL Sistêmica também pode nos ajudar nestas tantas dimensões de nós mesmos, de nossa vida.

Também a partir disso que Dilts pesquisou e estudou gênios como Einstein, Disney, Buda e Cristo. Com estas pesquisas, a PNL Sistêmica avançou mais no campo da Modelagem e hoje temos técnicas com as quais podemos trabalhar com mais eficiência a Modelagem de pessoas que tem excelência dentro do que fazem . Porque se é possível para alguém, é possível para nós, só precisamos saber o como fazem ( Modelagem) Dilts então, a essa altura, se uniu a Robert McDonald para escrever o livro “Tools of the Spirit” onde descrevem como trabalhar inclusive com o chamado lado “sombra”. Tanto Dilts quanto McDonald tem se aprofundado cada vez mais no trabalho a Nível Espiritual, nos ajudando a viver com Amor, Compaixão, Harmonia, Perdão e Sabedoria.

Dilts também se uniu a outros profissionais como Tim Hallbom e Suzi Smith, juntos desenvolveram muitos trabalhos relacionados com a Cura Integral do Ser Humano, com a Saúde em vários Níveis: Físico, Emocional e Espiritual. Através da Formação em Saúde, curso desenhado para certificar e credenciar Master Practitioners, difundindo essas técnicas e habilidades em todo mundo. Quem faz esta Formação passa a fazer parte da comunidade Mundial de PNL em Saúde para o Século XXI . Nesta área já temos resultados significativos de Cura em casos de miopia, astigmatismo, vitiligo, alergias, emagrecimento, vícios, câncer, gagueira, entre muitas outras doenças.

É o Ser Integral ou Holístico que se Cura. O Brasil é o 5º país no mundo a ter um grupo de terapeutas membros desta Comunidade. Aqui cabe o credito a Dr. Allan Ferraz, importante estudioso da PNL e um dos 4 precursores dela no Brasil e fora dele ,que com sua paixão pela PNL e através do Instituto Synapsis do qual eu juntamente com Antonio Carlos Fortes Veiga (Dadau) éramos sócios, trouxemos todos esses profissionais e cursos citados para o Brasil. Quanto mais estes pesquisadores se aprofundaram na Cura Integral do Ser Humano, mais eles percebiam que fazíamos parte de algo maior, que eles deram o nome de “Sistema Maior”, e que por estarmos conectados, precisaríamos trabalhar também nossas Relações, e assim surgiu a chamada 3ª. Geração – a Mente de Campo, que se Relaciona. A Física Quântica, já naquela época, vinha comprovando que somos Seres também formados de Energia, e a PNL Sistêmica passa a estudar e se aprofundar neste caminho e incorpora estes estudos científicos para permitir que nós possamos transmutar o que pode estar limitando nossas Vidas também energeticamente falando, ou seja, percebendo que podemos tirar de nossas vidas o que nos suga energia, que muitas vezes, se não todas, nos adoece o corpo, a alma e ambiente que fazemos parte.

Com todos estes caminhos de Transformação Interna, passamos a poder alterar aquilo que nos impede de sermos nós mesmos, plenos, ou seja, podemos mudar todos os aprendizados adquiridos no decorrer da Vida através de experiências, da família, da cultura, da religião, da mídia, entre tantas outras formas que temos de captar informações, encontrando com mais facilidade nosso Verdadeiro Eu.

Resumindo: Na PNL de 1.ª Geração liderava a mente cognitiva (Inteligência Cognitiva) um modelo terapêutico, na PNL de 2.ª Geração foi introduzida a parte somática, as crenças (Inteligência Somática) e emerge o modelo de Coaching, na PNL de 3.ª Geração existe já a noção de ‘field’ (campo) entre duas pessoas (numa primeira fase – Inteligência Relacional), integrando esse ‘field’ e levando-o muito mais além, na caminhada para a PNL de 4.ª Geração , à semelhança do que existe no trabalho Generativo existe um NÓS que se alarga, uma Inteligência Espiritual. NÓS enquanto comunidade, NÓS parte de um Planeta. E surgirá com mais força o conceito de holograma. Num holograma, o todo está em todas as partes e todas as partes podem recriar o todo.

A partir daí emergirá, cada vez mais, a noção de espírito, não no sentido religioso, mas enquanto experiência subjetiva, algo que está para além de mim. A física quântica levada a sério, caminha nesse sentido também e tem vindo a provar cientificamente a noção de sistemas e a noção de que acontecimentos imprevisíveis surgem dos mesmos.

A PNL de 4.ª Geração não abandonará as gerações anteriores, fará a sua integração!

Tal e qual como acontecem com as várias gerações de celulares (só uma analogia) A primeira geração de celulares não tinha Bluetooth ou Wireless. Assim, com o passar das gerações, o ‘field’ foi alargando, integrou-se o Wi-Fi, 5G… Emerge uma nova consciência fruto da integração entre os vários sistemas. Dessa maneira a PNL é viva, dinâmica e nisso vamos mais e além!

*Mariângela Fortes Veiga
Psicóloga, com mais de 33 anos de experiência em programas de desenvolvimento humano e formação em PNL.

Consultora especializada na dinâmica e execução de projetos e programas de treinamento e desenvolvimento, palestrante e facilitadora especializada em Neuro-Aprendizagem e na utilização de conceitos de Neurociências e PNL.

Liderança e a Pirâmide de Maslow

*Por Djalma Moraes.

Abraham Harold Maslow foi um psicólogo americano, conhecido pela proposta Hierarquia de necessidades, sendo que, para melhor entender sua funcionalidade foi adotada a imagem de uma pirâmide. Isto na realidade não corresponde ao conceito desenvolvido por ele, pois previa uma estrutura em forma de espiral, pois, as necessidades se interpõem de maneira dinâmica e não estaticamente.


Pirâmide de Maslow, como é conhecida.

Sempre fui um crítico da maneira com que se explicavam as teorias desenvolvidas por ele, achava que faltava alguma coisa para dar consistência, até que me deparei com a ideia abrangente da espiral, pois, condiz mais com o que é humanamente possível.

Todos nós, de alguma forma, lideramos, somos liderados, influenciamos e somos influenciados. Isto ocorre nos mais diversos ambientes em que vivemos, só que muitas vezes, não percebemos o efeito de nossas atitudes e não acreditamos no nosso poder de liderar. Nossos poderes, forças ou virtudes, não importa como são chamados, são gerados pelas experiências que temos desde a mais tenra infância, quer seja na família, escola, múltiplos ambientes que frequentamos durante a nossa vida, sendo que, o domínio sobre estes valores a maioria das vezes, ocorre sem que ajamos com plena consciência, ou seja, tornam-se automáticos. Assim sendo, dentro do ambiente corporativo, mesmo que não queiramos, podemos demonstrar muito do que trazemos de nossos modelos mentais advindos dos ambientes que fizeram parte de nossa formação, o que não é bom, nem ruim, dependendo da maneira com que for utilizado.

Liderar, conduzir, guiar, significa que estamos promovendo mudanças nas pessoas ao nosso redor, significa que elas têm confiança naquilo que projetamos, tanto pela comunicação verbal, quanto não verbal. A coerência entre estes dois fatores é dá consistência ao trabalho do líder em qualquer ambiente que esteja, escola, igreja, empresa, comunidade ou família. Cuidar para que este movimento não seja interrompido é de grande importância e começa com o desenvolvimento do autoconhecimento e pela identificação real das necessidades pessoais e organizacionais. Costumo dizer que até mesmo Bill Gates, em algum momento terá fome, sede, vontade de dormir, mesmo sendo uma das maiores fortunas do mundo e tendo superado as necessidades básicas, ou que, um morador da periferia, em algum momento terá a necessidade de aprovação, ser admirado e estará em busca de crescimento/mudança em seu estado geral.

Os líderes modernos contam com muitas ferramentas para ajudá-los a corrigir seus gaps nas competências técnicas ou emocionais, sendo imprescindível estar atento ao próprio comportamento, aos sinais dados pelo corpo ou às observações feitas por pessoas de confiança (parentes, esposa, amigos, gestores), como assim? Sabemos que uma pessoa que esteja com fome terá baixa produtividade. Sabemos que uma noite mal dormida produzirá muita sonolência e desgaste no dia de trabalho. Sabemos que a falta de reconhecimento ou feedbacks, provocará falta de motivação e diminuição da auto estima. Sabemos, mas não praticamos, tanto com nossos subordinados, quanto conosco, pois procuramos estabelecer juízos antecipados ou justificativas para nossa displicência em relação ao assunto.

Ao olharmos para a criação de Maslow, podemos observar o quanto é complexo alcançar a plenitude, pois, mesmo alcançando sucesso financeiro, se não estivermos bem conosco mesmo, sofreremos intensamente de insatisfação e descontentamento. Se passarmos fome ou nos privarmos das necessidades básicas, poderemos adquirir diversas enfermidades, tanto físicas, quanto psicológicas. Daí, surge a necessidade de buscar o equilíbrio, quer seja adotando uma administração mais humanizada, onde se possa ter e dar voz à todos os que estão sob nosso comando, implantar programas que zelem pela saúde pessoal, financeira e mental de cada um, estimular a criatividade através de atividades que envolvam cooperação, trabalho comunitário ou assistencial. Abrir espaço na própria agenda para cuidados pessoais, exames médicos de rotina, atividades físicas, controle alimentar, novos aprendizados. Em relação aos subordinados, saber delegar tarefas e poderes, criar um ciclo/espaço para conversas informais sobre família, projetos, ações que estejam desenvolvendo. Desenvolver ações de impacto em parceria com entidades que cuidem de jovens, crianças ou idosos, pintando espaços, consertando coisas, acolhendo, cantando juntos, brincando ou até apadrinhando durante o ano, dando à outra pessoa a condição de se sentir pertencente a um meio que a aceita e incentiva.

Fica a dica: procure saber onde você está desta pirâmide/espiral e o que fará para alcançar a satisfação da necessidade mais premente?

Djalma Moraes é Sócio Consultor da MQS Consultoria e Treinamento Empresarial, Diretor da ABRH-SP Regional Baixada Santista, Psicólogo, coach, instrutor e consultor em RH e Empreendedorismo.

Recebendo o 13º, muita calma nessa hora….

*Por Paulo Queija.

Nesta época do ano é o tão esperado momento de receber o bônus natalino, mas uma cilada pode estar armada e é preciso ter cuidado e serenidade nessa hora.

Quando o trabalhador recebe o seu 13º, geralmente entre 15/11 e 15/12, muitas tentações estão disponíveis. De olho nesta fatia financeira, o comércio em geral e a própria indústria fazem todo um trabalho de marketing para induzir as pessoas a gastar e, sem dúvida, bastante neste período.

Antes de fazer qualquer uso deste dinheiro, a sugestão é parar para pensar. Isso mesmo! Pensar em seus  objetivos e propósitos, além de prestar a atenção de como está a sua vida nesse momento.

Mesmo parecendo uma dica um tanto “filosófica” demais, tomar a decisão utilizando a cabeça e não o coração é o melhor.  Preste atenção nas perguntinhas a seguir:

  • Você está com dívidas junto a bancos ou cartão de crédito?
  • Tem despesas que acontecerão no início do ano com material escolar dos filhos?
  • Está sem reservas?
  • Tem metas que pretende alcançar?

Então talvez seja o momento de você pensar em utilizar este valor ou parte dele para alguns dos destinos acima.

Um dos grandes problemas que causam insônia, ansiedade, estresse e sérios riscos de saúde são as dívidas que se acumulam, ou por mal gerenciamento do dinheiro ou por situações que não estavam previstas.

Já que os bancos e cartões de crédito cobram juros e multas exorbitantes, caso você tenha dinheiro vivo na mão, terá uma boa condição de pagar seus débitos com razoável desconto, numa quitação a vista. Portanto, talvez seja o momento certo para tirar mais este peso das costas e o nome do SERASA.

Outra coisa é pensar em fazer um pé de meia. Ter uma retaguarda para tornar sonhos em realidade ou mesmo ter uma reserva para eventualidades, pode ser uma boa ideia. Isso ajudará também em sua qualidade de vida, diminuindo o estresse pelos motivos citados anteriormente, dando um pouco mais de segurança para você e sua família.

Estas são escolhas e, como qualquer ação que decidimos tomar, será primordial ter claras as conseqüências.

Arriscar-se pode ser estimulante e particularmente considero algo saudável, agora, arriscar-se de forma inconsequente pode trazer sérios problemas e as vezes pode fazer com que você não consiga, como se diz na gíria, “aguentar o tranco”.

A sugestão é utilizar um recurso simples no seu orçamento pessoal, ou seja, coloque numa planilha suas entradas e despesas e saiba o quanto gasta por mês, além de orçar quais gastos pretende fazer que estão fora do orçamento. Nesta mesma planilha você pode também reservar um valor para sua “poupança”, aplicando num investimento financeiro que considerar mais adequado.

Caso não tenha uma planilha, baixe uma que montei, bastando somente cadastrar um login e senha (rapidamente) e a partir daí poderá utilizá-la para tirar melhor proveito de seus recursos.
Clique aqui e depois no item: Planilha de Orçamento Pessoal.

Boas escolhas.

Sucesso!

Paulo Queija é diretor da MQS Consultoria e Treinamento Empresarial, Coaching, Palestrante e Consultor em Gestão Empresarial e Pessoal. Co-autor do Livro “Ser Mais com PNL – Dicas e Estratégias de Programação Neurolinguística que podem mudar sua vida.”

Atender bem o cliente: mito ou realidade?

*Por Paulo Queija.

Pessoas saem das lojas chateadas, decepcionadas e descontentes com que encontram. Não, o problema muitas vezes independem do produto ou serviço, eles até condizem com o esperado. Mas está faltando alguma coisa.

Em muitos casos podemos considerar um mito, pois fala-se mais sobre o assunto do que realmente é colocado em prática.

Vejamos quem pode identificar ou comparar algum dos tipos de vendedores, atendentes ou balconistas abaixo, com o que somos ou vemos no nosso dia a dia :

  • Tipo “Estátua” – fica prostrado em frente a loja com os braços cruzados;
  • Tipo “Cara de fome” – fica de cara fechada ou emburrado quando não está atendendo;
  • Tipo “Distraído” – olha para tudo e todos, menos para o cliente que está “atendendo”;
  • Tipo “Amnésia” – não conhece os produtos/serviços que a empresa oferece e pergunta constantemente para os colegas ou gerente;
  • Tipo “Muralha” – grupo de vendedores que se colocam a frente da loja, criando uma muralha que impede o cliente de entrar;
  • Tipo “Sombra” – o cliente mal entra na loja, ele gruda como uma sombra;
  • Tipo “Irritadinho” – fica “bufando”quando o cliente pede algum produto que está em lugar distante ou de difícil acesso;
  • Tipo “Esperto” – enrola o cliente e faz com que ele saia com pelo menos alguma coisa da loja, não importando se houver decepção mais tarde.
  • Tipo “Passa a Bola” – depois da venda, na troca, esclarecimento ou dificuldade como o manuseio do produto ele diz ao cliente: “Não é comigo”.
  • Tipo “Status” – quando vê um cliente vestido de modo simples, logo pensa: “Vou perder meu tempo com esse pobretão.”
  • Tipo “Cansado” – vai “atender”alguém com aquela cara de cansado, como se o cliente estivesse atrapalhando ou interrompido uma soneca.
  • E muitos outros que poderíamos citar.

Tudo isso parece cômico se não considerarmos o resultado que esses tipos de condutas acarretam para a empresa e seus funcionários, ou seja, muitas vendas não são feitas ou sequer iniciadas, clientes são perdidos, tudo por consequência do mal atendimento que estes recebem ao adentrar uma empresa (comércio, indústria ou serviço).

Normalmente verificamos que o erro vem de cima. A falta de preparo do vendedor/atendente por parte dos empresários ou gerentes, ou em outros casos no momento da seleção, não são considerados os requisitos para o recrutamento correto do profissional solicitado (não são determinadas quais as características exigidas deste profissional).

Independente de qualquer coisa, o que nos interessa agora é o que temos que fazer daqui para frente. Primeiramente é obrigação da direção da organização saber o que se espera do profissional que efetua o atendimento a público, seja daquele que atende pessoalmente ou por telefone, para que se possa cobrar os resultados.

Outra fato primordial chama-se: Vontade. Caso a pessoa que efetue o atendimento não tenha vontade de aprender e de mudar sua postura frente ao cliente, nada mais poderá ser esperado dela.

Cuidado! Percebemos em nossa experiência que antes de se chegar a esta conclusão é preciso verificar quais atitudes foram tomadas para mudar a conduta desta pessoa, não basta falar, é preciso mostrar e acompanhar seu desempenho.

Além disso é necessário saber se o empresário/gerente está preparado para treinar o seu pessoal ou se está claro quais são os pontos a serem ressaltados e trabalhados com eles, para que a empresa atinja um Atendimento de Qualidade.

Para tanto é preciso saber quais são estas informações e requisitos para atender bem o Cliente, más este é um assunto para um próximo artigo…

SUCESSO !!!

Paulo Queija é diretor da MQS Consultoria, Coaching, Palestrante e Consultor em Gestão Empresarial e Pessoal. Co-autor do Livro “Ser Mais com PNL – Dicas e Estratégias de Programação Neurolinguística que podem mudar sua vida.”

Aprendendo a dar e receber “feedbacks”

*Por Djalma Moraes.
Conhecida como a arte de desenvolver o melhor de sí e do outro, desde que feita de forma construtiva….

Feedback nada mais é do que elogiar, reconhecer, incentivar ou até, chamar à atenção, de forma a corrigir o erro, sempre levando em consideração o ato e não a pessoa. É, interessante lembrar que Abraham Lincoln já dizia sabiamente: aponte o erro de uma pessoa e ganhe um inimigo.

Quem dirige uma empresa ou é dono de um negócio, muitas vezes, acumulou experiências duras e amargas, que, mesmo sem querer, acaba refletindo em sua vida e comportamento. Daí a necessidade de buscar aprendizados que possam auxiliar a melhorar o desempenho e as atitudes de suas equipes, atualizando seus conhecimentos tanto técnicos, como comportamentais, para que cause diferença no lidar com os líderes e demais colaboradores.

Uma das técnicas utilizadas é conhecida como “feedback sanduiche”, onde se procura em primeira instância, ressaltar as qualidades e feitos anteriores da pessoa, para em seguida, avaliar juntos o fato que gerou algum desacerto na atividade profissional do colaborador, sempre ressaltando a capacidade que ele possui de fazer coisas em nível de excelência.

De outra forma, também devemos nos preparar para ouvir atentamente, antes de responder, quando formos chamados para receber “feedback” sobre algum ato ou procedimento feito, que possa ter causado algum problema. Ressalto aqui, que um dos requisitos básicos para a efetividade do “feedback”, é o aprender a ouvir com atenção tudo o que está sendo dito, para depois, nos expressarmos sem cair na tentação de ficarmos na defensiva ou transferirmos a culpa para outras pessoas.

Devemos tomar cuidado para sermos assertivos, ou seja, irmos direto ao ponto, não sem antes avaliar a diferença entre ser franco (falar a verdade dos fatos) e ser cruel (falar a verdade com intensão de ferir, desmerecer ou magoar), o que pode configurar assédio moral, caso haja testemunhas ou câmeras de vídeo.

Dar ou receber “feedbacks” é extremamente necessário para uma relação saudável em qualquer ambiente, principalmente, nas empresas. A transparência obtida com as atitudes cheias de coerência e respeito, torna o “feedback” extremamente efetivo, gerando respeito e admiração entre seus pares.

Djalma Moraes é Sócio Consultor da MQS Consultoria e Treinamento Empresarial, Diretor da ABRH-SP Regional Baixada Santista, Psicólogo, coach, instrutor e consultor em RH e Empreendedorismo.