Recebendo o 13º, muita calma nessa hora….

*Por Paulo Queija.

Nesta época do ano é o tão esperado momento de receber o bônus natalino, mas uma cilada pode estar armada e é preciso ter cuidado e serenidade nessa hora.

Quando o trabalhador recebe o seu 13º, geralmente entre 15/11 e 15/12, muitas tentações estão disponíveis. De olho nesta fatia financeira, o comércio em geral e a própria indústria fazem todo um trabalho de marketing para induzir as pessoas a gastar e, sem dúvida, bastante neste período.

Antes de fazer qualquer uso deste dinheiro, a sugestão é parar para pensar. Isso mesmo! Pensar em seus  objetivos e propósitos, além de prestar a atenção de como está a sua vida nesse momento.

Mesmo parecendo uma dica um tanto “filosófica” demais, tomar a decisão utilizando a cabeça e não o coração é o melhor.  Preste atenção nas perguntinhas a seguir:

  • Você está com dívidas junto a bancos ou cartão de crédito?
  • Tem despesas que acontecerão no início do ano com material escolar dos filhos?
  • Está sem reservas?
  • Tem metas que pretende alcançar?

Então talvez seja o momento de você pensar em utilizar este valor ou parte dele para alguns dos destinos acima.

Um dos grandes problemas que causam insônia, ansiedade, estresse e sérios riscos de saúde são as dívidas que se acumulam, ou por mal gerenciamento do dinheiro ou por situações que não estavam previstas.

Já que os bancos e cartões de crédito cobram juros e multas exorbitantes, caso você tenha dinheiro vivo na mão, terá uma boa condição de pagar seus débitos com razoável desconto, numa quitação a vista. Portanto, talvez seja o momento certo para tirar mais este peso das costas e o nome do SERASA.

Outra coisa é pensar em fazer um pé de meia. Ter uma retaguarda para tornar sonhos em realidade ou mesmo ter uma reserva para eventualidades, pode ser uma boa ideia. Isso ajudará também em sua qualidade de vida, diminuindo o estresse pelos motivos citados anteriormente, dando um pouco mais de segurança para você e sua família.

Estas são escolhas e, como qualquer ação que decidimos tomar, será primordial ter claras as conseqüências.

Arriscar-se pode ser estimulante e particularmente considero algo saudável, agora, arriscar-se de forma inconsequente pode trazer sérios problemas e as vezes pode fazer com que você não consiga, como se diz na gíria, “aguentar o tranco”.

A sugestão é utilizar um recurso simples no seu orçamento pessoal, ou seja, coloque numa planilha suas entradas e despesas e saiba o quanto gasta por mês, além de orçar quais gastos pretende fazer que estão fora do orçamento. Nesta mesma planilha você pode também reservar um valor para sua “poupança”, aplicando num investimento financeiro que considerar mais adequado.

Caso não tenha uma planilha, baixe uma que montei, bastando somente cadastrar um login e senha (rapidamente) e a partir daí poderá utilizá-la para tirar melhor proveito de seus recursos.
Clique aqui e depois no item: Planilha de Orçamento Pessoal.

Boas escolhas.

Sucesso!

Paulo Queija é diretor da MQS Consultoria e Treinamento Empresarial, Coaching, Palestrante e Consultor em Gestão Empresarial e Pessoal. Co-autor do Livro “Ser Mais com PNL – Dicas e Estratégias de Programação Neurolinguística que podem mudar sua vida.”

Atender bem o cliente: mito ou realidade?

*Por Paulo Queija.

Pessoas saem das lojas chateadas, decepcionadas e descontentes com que encontram. Não, o problema muitas vezes independem do produto ou serviço, eles até condizem com o esperado. Mas está faltando alguma coisa.

Em muitos casos podemos considerar um mito, pois fala-se mais sobre o assunto do que realmente é colocado em prática.

Vejamos quem pode identificar ou comparar algum dos tipos de vendedores, atendentes ou balconistas abaixo, com o que somos ou vemos no nosso dia a dia :

  • Tipo “Estátua” – fica prostrado em frente a loja com os braços cruzados;
  • Tipo “Cara de fome” – fica de cara fechada ou emburrado quando não está atendendo;
  • Tipo “Distraído” – olha para tudo e todos, menos para o cliente que está “atendendo”;
  • Tipo “Amnésia” – não conhece os produtos/serviços que a empresa oferece e pergunta constantemente para os colegas ou gerente;
  • Tipo “Muralha” – grupo de vendedores que se colocam a frente da loja, criando uma muralha que impede o cliente de entrar;
  • Tipo “Sombra” – o cliente mal entra na loja, ele gruda como uma sombra;
  • Tipo “Irritadinho” – fica “bufando”quando o cliente pede algum produto que está em lugar distante ou de difícil acesso;
  • Tipo “Esperto” – enrola o cliente e faz com que ele saia com pelo menos alguma coisa da loja, não importando se houver decepção mais tarde.
  • Tipo “Passa a Bola” – depois da venda, na troca, esclarecimento ou dificuldade como o manuseio do produto ele diz ao cliente: “Não é comigo”.
  • Tipo “Status” – quando vê um cliente vestido de modo simples, logo pensa: “Vou perder meu tempo com esse pobretão.”
  • Tipo “Cansado” – vai “atender”alguém com aquela cara de cansado, como se o cliente estivesse atrapalhando ou interrompido uma soneca.
  • E muitos outros que poderíamos citar.

Tudo isso parece cômico se não considerarmos o resultado que esses tipos de condutas acarretam para a empresa e seus funcionários, ou seja, muitas vendas não são feitas ou sequer iniciadas, clientes são perdidos, tudo por consequência do mal atendimento que estes recebem ao adentrar uma empresa (comércio, indústria ou serviço).

Normalmente verificamos que o erro vem de cima. A falta de preparo do vendedor/atendente por parte dos empresários ou gerentes, ou em outros casos no momento da seleção, não são considerados os requisitos para o recrutamento correto do profissional solicitado (não são determinadas quais as características exigidas deste profissional).

Independente de qualquer coisa, o que nos interessa agora é o que temos que fazer daqui para frente. Primeiramente é obrigação da direção da organização saber o que se espera do profissional que efetua o atendimento a público, seja daquele que atende pessoalmente ou por telefone, para que se possa cobrar os resultados.

Outra fato primordial chama-se: Vontade. Caso a pessoa que efetue o atendimento não tenha vontade de aprender e de mudar sua postura frente ao cliente, nada mais poderá ser esperado dela.

Cuidado! Percebemos em nossa experiência que antes de se chegar a esta conclusão é preciso verificar quais atitudes foram tomadas para mudar a conduta desta pessoa, não basta falar, é preciso mostrar e acompanhar seu desempenho.

Além disso é necessário saber se o empresário/gerente está preparado para treinar o seu pessoal ou se está claro quais são os pontos a serem ressaltados e trabalhados com eles, para que a empresa atinja um Atendimento de Qualidade.

Para tanto é preciso saber quais são estas informações e requisitos para atender bem o Cliente, más este é um assunto para um próximo artigo…

SUCESSO !!!

Paulo Queija é diretor da MQS Consultoria, Coaching, Palestrante e Consultor em Gestão Empresarial e Pessoal. Co-autor do Livro “Ser Mais com PNL – Dicas e Estratégias de Programação Neurolinguística que podem mudar sua vida.”