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    Inovação - A criatividade que respiramos

    Por: Rui Santo, 22/05/2010

    Daqui a vinte anos você estará mais desapontado com as coisas que não fez do que com aquelas que fez. Então jogue fora os limites. Navegue para longe do porto seguro. Sinta os ventos em suas velas. Explore. Sonhe. Descubra. Mark Twain.

    A busca por idéias de novos produtos, nas empresas inovadoras é sistemática.

    Estacionar essa busca frente a uma idéia, por melhor que seja, restringe o movimento na direção de benefícios da sociedade como um todo.

    Uma idéia inovadora, elevadora da produtividade, abre condições para se continuar criando no mesmo campo.

    Exemplo dessa característica são os semáforos.

    Esse equipamento dispensou a presença do guarda de transito que “dirige” o fluxo e facilitou a ordem de travessia de carros nas esquinas mais movimentadas. 
    Vinte e quatro horas por dia!

    Tirou da preocupação das polícias, o agendamento de profissionais para cada esquina, diariamente.

    Imagine se ainda hoje, o transito tivesse seu fluxo controlado apenas por guardas de transito.

    O semáforo criou facilitações para o motorista. 

    O som do apito, que irritava os moradores das adjacências, foi eliminado, produzindo um certo conforto auditivo.

    No entanto, as idéias não estacionaram no semáforo.

    Apareceram posteriormente as marcações na pista para limitar as paradas dos carros, as áreas de travessia dos pedestres, os semáforos para pedestres. 

    Nas grandes cidades apareceram ainda os profissionais conhecidos como “marronzinhos” em São Paulo, os quais procuram manter a agilidade do fluxo nas horas de transito intenso.

    O processo criativo destinado à inovação continua.

    Os semáforos passaram a ser controlados por câmeras.
    Seus tempos de operação de cada cor são controlados por centrais, que têm uma visão geral da região, enquanto o guarda de transito tinha apenas a visão daquele cruzamento que estava operando.

    Qual será o próximo passo?

    Algumas cidades estão desenvolvendo o conceito de locomoção por bicicleta.

    Cidades médias e pequenas incentivam o uso de duas rodas em pistas especiais, até como elemento de saúde, devido o excesso de volume de carros nas ruas.

    No Japão, fabricantes de automóveis promovem descontos em estacionamentos.

    Bancos incentivam a “ausência” dos clientes.

    Novos projetos de sistemas eletrônicos informam on-line qual é o melhor caminho para sair de onde está para onde você quer ir.

    As idéias não param de surgir.

    É a inovação, a essência deste universo, no qual, a única certeza é que tudo muda.



    Rui Santo
    Consultor de Criatividade da MQS

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