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    Heranças históricas do RH

    Por: Djalma Moraes, 28/07/2010

    O RH evoluiu com o passar do tempo? De qualquer forma as necessidades dentro da empresa são outras....

    Lembra-se do tempo em que se usavam máquinas de escrever e mimeógrafos para tirar cópias a álcool? Isto foi no século passado, ou seja, há pelo menos, 15 a 20 anos atrás, o que não é tanto tempo assim para a história. Pois é, a cultura de Recursos Humanos só ganhou corpo há pouco mais do que isto. Ainda existem empresas que cultivam o pensamento retrogrado de manter chefias e não, líderes. Que não reconhecem direitos e obrigações trabalhistas, cuja palavra de ordem é: “Vá procurar os teus direitos!”

    Na época da Revolução Industrial, era comum o trabalho durar 16 a 18 horas, não importando se era feito por homens, mulheres ou crianças, as condições eram insalubres, a higiene precária e as condições de vida péssimas.

    No limiar do século passado, alcançamos muitas conquistas, como o direito ao voto para as mulheres, a normatização das leis trabalhistas, o direito à greve, a instituição da previdência social, entre outras coisas, o que tornou menos árduo o trabalho de nossos colaboradores, mas, ao mesmo tempo, criou mais atribuições para os chefes de departamentos de pessoal, nome que era dado na época aos gestores de pessoas.

    Com o advento das eleições diretas, as privatizações, as fusões e a abertura de mercado, com a conseqüente, chegada de novas tecnologias, começaram as mudanças de processos e atitudes. Os ativos ligados ao Capital Humano passaram a ser mais valorizados, o Conhecimento e não a Informação passou a ser a moeda forte. Multiplicaram-se os cursos de MBA, pós- graduação e as universidades corporativas, investiu-se mais em Gestão de Qualidade, as leis se tornaram mais rigorosas e abrangentes.

    Hoje, podemos dizer que estamos amadurecendo, buscamos a melhor integração entre pessoas e processos, vivemos a ameaça de um “apagão de mão de obra”, face ao crescimento da Economia e do nosso PIB. Olhamos para trás e vemos um passado, que embora, não distante, não queremos repetir, temos sede de mudanças, de escrever uma nova página da história, cheia de desafios, projetos, conquistas e reconhecimento. Queremos ser ouvidos, queremos conquistar novas posições, descobrir novas aplicações para os conhecimentos adquiridos e também, participar das decisões estratégicas de nossas empresas e, como não poderia deixar de ser, sermos valorizados, por isto.



    Djalma Moraes
    Consultor de RH da MQS

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